Conheça os investimentos em energia para o Estádio Nacional e a capital do DF

14/06/2013 - 12:36
São R$ 167 milhões de investimento em 11 obras com vistas a garantir eficiência no fornecimento de energia para Brasília em função da da Copa do Mundo da FIFA 2014

Para garantir o suprimento de energia do Estádio Nacional Mané Garrincha, duas linhas de distribuição de média tensão foram postas em funcionamento antes mesmo dos dois eventos testes realizados na Arena: a linha do Sudoeste/Estádio Nacional e a linha interligando o Estádio à Subestação 3, localizada no início da Asa Norte. Com as duas linhas de distribuição operando, o Estádio Mané Garrincha conta com suprimento de energia de três fontes geradoras, uma a mais que o exigido pela FIFA: o Sistema Integrado Nacional de Furnas e pelas Usinas de Corumbá 3 e 4.

“Os investimentos são um legado importante para a capital, pois vão garantir energia com qualidade, tanto para o estádio quanto para os moradores do Distrito Federal”, afirma o presidente da CEB, Rubem Fonseca.

A CEB está investindo R$ 167 milhões em 11 obras estabelecidas entre a empresa e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com vistas a garantir eficiência no fornecimento de energia para Brasília em função da Copa do Mundo da FIFA 2014. A maior parte desses investimentos constitui um legado para a capital.

Os investimentos estão reconfigurando a distribuição de energia para o DF. Além de distribuir melhor as cargas das fontes geradoras (Sistema Furnas, Corumbá 3 e 4), a CEB está implementando o sistema de distribuição em anel. Ao contrário do sistema radial, cujo fornecimento vem de apenas uma fonte geradora, o sistema em anel garante para Brasília a chegada de energia por até três caminhos. Assim, cai bastante a possibilidade de um desligamento de energia de grandes proporções, além de garantir um reestabelecimento mais rápido em caso de interrupção de menor escala.

Entre as obras priorizadas pela CEB estão a Subestação Estádio Nacional e a Subestação Hípica. A Subestação Estádio tem 30 alimentadores, mas apenas dois serão utilizados na arena. Os outros 28 serão destinados à distribuição de energia ao centro de Brasília. A Hípica vai atender ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek e entrará em operação no segundo semestre deste ano.

Fonte: GDF

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