O caminho da Colômbia

Foram 16 anos longe da disputa de uma Copa do Mundo. Mas, o jejum acabou e o Brasil será o cenário do retorno da Colômbia a um Mundial. A atual geração tem a tarefa de superar a de Valderrama, Asprilla e Rincón, que participou das edições de 1990, 1994 e 1998 - a outra presença do país no torneio foi em 1962. No entanto, o otimismo em torno daquela equipe da década de 90, principalmente antes do Mundial dos Estados Unidos, não se refletiu em campo. A melhor campanha dos colombianos foi na Copa da Itália, quando chegaram às oitavas de final.

Em 2014, a Colômbia chega com honras de ser o cabeça de chave do Grupo C. Mas, desde janeiro a empolgação da torcida se transformou em drama, após a lesão da estrela da equipe. O atacante Falcao García, do Monaco (FRA), rompeu o ligamento cruzado do joelho, não se recuperou a tempo da disputa da Copa e foi cortado da lista final do técnico argentino José Pekerman. As esperanças, agora, recaem sobre os meias Fredy Guarín, da Internazionale (ITA) e James Rodríguez, também do Monaco. A responsabilidade de fazer os gols ficará com Jackson Martínez, do Porto (POR) e com Teófilo Gutiérrez, do River Plate (ARG). Chama a atenção a presença do goleiro Faryd Mondragón, veterano de 42 anos, que participou das Copas de 94 e 98.

A classificação para o Brasil veio com o segundo lugar nas Eliminatórias da América do Sul. A participação na Copa de 2014 será a quinta dos colombianos. O único título da seleção sul americana foi a Copa América de 2001.

A equipe inicia o caminho no Mundial em Belo Horizonte, no dia 14 de junho, contra a Grécia. Na sequência, o desafio é diante da Costa do Marfim, em 19 de junho, no Estádio Nacional de Brasília. A última partida da fase de grupos será contra o Japão, na Arena Pantanal, em Cuiabá, em 24 de junho. Caso siga adiante, o caminho da Colômbia nas oitavas de final vai cruzar com o dos classificados no Grupo D, considerado o "Grupo da Morte", com Uruguai, Itália, Inglaterra e Costa Rica. 

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